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POR QUÊ CORRER O RISCO DE DIRIGIR SOB EFEITO DE ÁLCOOL?


O Brasil tem um dos mais altos índices de acidentes viários do mundo. Mesmo no estado de São Paulo, que detém estradas compatíveis frente ao mundo desenvolvido, nas estatísticas, os caminhões embora representem apenas 8% da frota circulante, são responsáveis por cerca de 37% dos sinistros registrados.

A modernização disponibilizada ao longo dos últimos vinte anos pela engenharia automotiva, incorporou uma série de melhorias, tanto em veículos leves, como nos de carga; traduzindo-se em exponencial ganhos de segurança e confiabilidade nos sistemas mecânicos e eletrônicos dos principais fabricantes instalados em nosso país.

Entretanto, apesar das melhorias apresentadas, o fator humano ainda representa cerca de 80% da culpabilidade nos acidentes reportados.

Vários fatores são determinantes para agravar esta estatística. O cansaço, a fadiga, o álcool, e até mesmo o uso de drogas, são responsáveis por causar dor, sofrimento, destruição e, até mesmo, a interrupção do saudável desenvolvimento familiar.

Todos temos uma família, e a família é a base de tudo.

Quando ferido, um motorista invariavelmente leva alguns meses para se recuperar e, muitos acabam levando através do tempo, sequelas que os privam de uma vida saudável e produtiva.

No caso específico de ser flagrado dirigindo sob efeito alcóolico – facilmente constatado pelo Etilômetro (o popular bafômetro) o profissional terá sua habilitação (CNH) apreendida por no mínimo 12 (doze) meses, caso a dosagem esteja dentro da tolerância legal. Se constatada dosagem igual ou acima de 0,3 gr/l, ficará configurado o crime e a consequente prisão do condutor.

Com uma suspensão mínima de 12 (doze) meses e, com você legalmente impedido de exercer sua profissão de motorista profissional por este período, como fará para prover o sustento de seus familiares?

E se houver a constatação de presença de teor alcóolico superior a 0,3 mg/l em seu sangue, e lhe for imputada a penalidade criminal?

E também muito importante: sua situação poderá ficar pior ainda, caso o acidente por você causado venha a provocar ferimentos ou, até mesmo a morte de outrem e a destruição de outra família.

O que lemos no jornal, ouvimos no rádio ou vemos na TV, quando noticiam certos acidentes, nem de longe espelha a carga de culpabilidade, aborrecimentos, sofrimento, processos judiciais, custos advocatícios e as sempre negativas expectativas que o acompanharão durante o resto de sua vida. Vale a pena?

Fonte: Instituicional & Marketing Gelog