Maia repete tom conciliatório e promete foco na Previdência após vitória

Subsídios para BNDES caíram R$ 13,5 bilhões em 2018
1 de fevereiro de 2019
Gelog transporta doações para Brumadinho/MG
2 de fevereiro de 2019
Exibir tudo

Maia diz que aprovar o tema “só com os votos do governo não me parece simples”, evocando a incerteza sobre o tamanho da coalizão de Bolsonaro

[inserirpost]
access_time

1 fev 2019, 22h29 – Publicado em 1 fev 2019, 22h02

[inserirpost]São Paulo – No seu discurso de vitória, Rodrigo Maia, eleito presidente da Câmara dos Deputados, repetiu o tom conciliatório que marca sua atuação política e garantiu sua vitória ampla, por 334 votos entre 513 deputados.

[inserirpost]“Construímos uma aliança partidária bonita”, disse Maia, conhecido por ter bom trânsito em um amplo espectro político.

[inserirpost]Ele prometeu uma Presidência que “represente os 513 deputados” e citou nominalmente trabalhar com partidos “do PT ao PP ao PSL”.

[inserirpost]Ele também agradeceu sua família, seus concorrentes para a Presidência do Senado, e se emocionou ao citar o pai, o ex-prefeito do Rio de Janeiro, César Maia.

[inserirpost]Maia adiantou que terá muitos “desafios” e prometeu “modernizar as leis, simplificá-las e comandar as reformas de forma pactuada”.

[inserirpost]Para a Globo News, ele disse que a pauta econômica “supera as outras”, como a da segurança, e que vai reorganizar o Estado brasileira começando pela Previdência.

[inserirpost]Maia apontou que aprovar o tema “só com os votos do governo não me parece simples”, evocando a incerteza sobre o tamanho da coalizão para aprovar emendas parlamentares.

[inserirpost]O governo vem prometendo negociar via frentes temáticas e não mais com líderes partidários via troca de cargos e recursos.

[inserirpost]O novo presidente da Câmara citou o apoio dos governadores, inclusive da oposição citando nominalmente dois governadores petistas: Camilo Santana, do Ceará, e Wellington Dias, do Piauí.

[inserirpost]Os estados brasileiros estão ainda mais pressionados do que a União na questão da Previdência e os governadores, tanto da situação e da oposição, vem sido apontados como um forte fator de pressão para uma reforma.

[inserirpost]O comprometimento público de Maia com reformas econômicas desde sua gestão no governo de Michel Temer foi um dos motivos que o levaram a garantir o apoio do PSL.

[inserirpost]O partido do presidente Jair Bolsonaro tem hoje, empatado com o PT, a maior bancada da Câmara.

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/maia-repete-tom-conciliatorio-e-promete-foco-na-previdencia-apos-vitoria/

Os comentários estão encerrados.